Reunião foi realizada no Ministério da Justiça; deputada falou sobre a preocupação com a escada de violência doméstica e feminicídios no Paraná

Leandre (PV-PR) participou, nesta quarta-feira (29), da constituição do comitê multissetorial de enfrentamento à violência contra a mulher, no Ministério da Justiça. Durante a reunião, ela demonstrou a preocupação com a escalada de violência doméstica e feminicídios no Estado do Paraná. Participaram da reunião a Secretária Nacional de Justiça, Dra. Maria Hilda Marsiaj Pinto, bem como representantes de diversas organizações.
 
A deputada citou com exemplo as mortes de mulheres, com requintes de crueldade, ocorridas recentemente nos municípios de Pato Branco, Coronel Vivida, e Mariópolis. O último caso chocou a cidade de Pato Branco: uma mulher de 41 anos foi espancada e morta com 75 facadas deferida pelo seu ex-marido. O casal estava em processo de separação.

Em sua fala, Dra. Maria Hilda apontou que a criação do comitê multissetorial foi motivada por uma provocação da deputada Leandre, enquanto esteve à frente da Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados, para envolver o governo federal e o judiciário no enfrentamento à violência contra a mulher brasileira, tanto no país quanto no exterior.
 
Leandre pediu que ocorram esforços dos três poderes para ampliar e tornar mais eficiente a rede de proteção à mulher nos estados e municípios, bem como sejam tratadas as causas desse tipo de violência, atuando da prevenção à repressão.
 
 
Procuradoria da Mulher
 
Leandre também falou sobre o papel importante das procuradorias da mulher dentro dos parlamentos em nível municipal e estadual e seu trabalho, no início desta legislatura, em criar procuradorias da mulher nos municípios e no Estado do Paraná.
 
“Quando estive como procuradora da Mulher da Câmara dos Deputados, percebi nela uma ferramenta que pode ajudar muito as mulheres brasileiras não só no combate à violência, mas no exercício dos seus direitos. Na defesa de tudo aquilo que as mulheres buscam e precisam para que possam viver numa sociedade mais justa e igualitária”, defendeu.  
Fonte: Assessoria de Imprensa
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