Audiência pública foi organizada pela Comissão Externa de Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 da Câmara dos Deputados, atendendo a um requerimento da deputada

A deputada federal Leandre Dal Ponte participou de uma audiência pública, nesta quinta-feira (16), para debater a situação da pandemia da Covid-19 no Paraná. Durante a reunião, Leandre solicitou apoio do Ministério da Saúde para facilitar a transferência de recursos da União para entidades do terceiro setor, como hospitais filantrópicos e APAEs. Ela também pediu atenção do ministro Pazuello para que os consórcios intermunicipais de saúde tenham seus trabalhos reconhecidos pelo ministério. Inclusive, com a possibilidade de envio de recursos.

O debate foi organizado pela Comissão Externa de Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 da Câmara dos Deputados, atendendo a um requerimento feito pela deputada paranaense. Participaram da reunião o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário de Saúde do Paraná, Carlos Alberto Gebrim Preto.

Também estiveram presentes o presidente da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficientes do Estado do Paraná (FEMIPA), Flaviano Feu Ventorim, o presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (COSEMSPR), Carlos Alberto de Andrade, o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), prefeito Darlan Scalco e o presidente da Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP), deputado Estadual Dr. Batista.

“O Paraná passa por uma situação um pouco diferenciada. Mas eu acredito que todos os secretários e os prefeitos que nos acompanham nesta audiência sabem o quanto o Paraná está investindo, gastando, e o quanto está sendo duro fazer decretos para poder seguir todas as orientações sanitárias, para que a crise realmente possa ser superada e o maior número de vidas possam ser salvas”, afirmou Leandre.


Neste sentido, a deputada solicitou ao ministro Pazuello um panorama das ações que o Ministério da Saúde pretende realizar, quando terminar a pandemia.
 

“Nós percebemos grande insegurança por parte dos gestores, pois muitas coisas estão paradas. Os hospitais sofrem, porque boa parte dos tratamentos pararam de ser feitos. As cirurgias eletivas também pararam. Temos problemas novos, como a questão de saúde mental, que teremos que enfrentar no período pós-pandemia.  São heranças deixadas pela pandemia, que vão necessitar uma reestruturação da saúde”, concluiu.

 

Assista a fala completa da deputada:

Fonte: Assessoria de Imprensa
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